Fuçando no blog do Dimmenstein, encontrei esse Texto sobre Pais & Filhos, Pressão e Depressão.
Vale a pena ler.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Internet e depressão
Interneteiros, tremei! (bazinga) Se você têm entre 16 e 21 anos, troca um passeio com os amigos por um chat com Gatinhah88, fique esperto você pode ser um usuário pesado de internet ("heavy user"). E de acordo com pesquisas da Universidade de Leeds, usuários pesados apresentam maiores casos de depressão moderada e profunda. Dos 1319 usuários examinados, 1,2% mostraram-se usuários excessivos e são na maioria jovens com média de 21 anos de idade. Uma questão pertinente foi levantada pelos pesquisadores: A internet atrai pessoas depressivas ou o uso da rede que causa a depressão? Qualquer semelhança com o dilema Tostines é pura coincidência!
A primeira impressão desse questionamento, gera uma sensação de anacronismo. Vai me dizer que aqueles jovens fascinados pela morte, simpatizantes de Lorde Byron e que adoravam declamar poemas no sereno e morrer de tuberculose ficavam só conversando com os "miguxos" via pombo-correio até o raiar do dia... Numa época de rebeldia e revoluções, a busca pela identidade própria e da nação e pelo sentido das coisas tornam-se inspiração para todos aqueles que querem se expressar.
Entendendo que a internet pode ser um meio de expressão catártico, fonte de entretenimento e informação, justifica-se o isolamento de muitos "heavy users" frente a uma sociedade de aparências-narcisista, onde por esse meio ela pode moldar seu perfil do jeito que lhe convém. Não tão diferente quanto os antigos românticos... Escapismo e conformismo? Sintomas de uma sociedade doente? Expressar-se é uma necessidade visceral? (temas para outros posts).
Além do mais, se fossemos analisar mais cuidadosamente as estatísticas desse estudo, de acordo com o WHO (Organização Mundial da Saúde), estima-se que 5 a 10% da população mundial historicamente sofrem de depressão, frente ao 1,2% encontrados pelos pesquisadores, poderíamos até concluir o contrário, corre-se menos risco de depressão quem usa a internet.
Para concluir, vou chover no molhado, não poderia faltar aqui uma contribuição da filosofia oriental, parcimônia e equilíbrio, são os grandes segredos para todas as situações da vida, vivemos para descobrir onde fica esse tal ponto de equilíbrio. O uso desmedido de qualquer coisa vai causar um prejuízo em outros setores da sua vida. Isso é óbvio, tão óbvio quanto as 24 horas que você tem para administrar seu dia, por isso não (se) desperdice.
A Ciência, como método coerente (isso que ela o é, e não a verdade cristalina), porém descontextualizado de uma realidade sócio-bio-psico-cultural(!), torna-se aos olhos do mais capiau e sábio matuto como coisa fútil e ingênua, apesar de toda boa-intenção (ou não) que esteja por trás dela.
A primeira impressão desse questionamento, gera uma sensação de anacronismo. Vai me dizer que aqueles jovens fascinados pela morte, simpatizantes de Lorde Byron e que adoravam declamar poemas no sereno e morrer de tuberculose ficavam só conversando com os "miguxos" via pombo-correio até o raiar do dia... Numa época de rebeldia e revoluções, a busca pela identidade própria e da nação e pelo sentido das coisas tornam-se inspiração para todos aqueles que querem se expressar.
Entendendo que a internet pode ser um meio de expressão catártico, fonte de entretenimento e informação, justifica-se o isolamento de muitos "heavy users" frente a uma sociedade de aparências-narcisista, onde por esse meio ela pode moldar seu perfil do jeito que lhe convém. Não tão diferente quanto os antigos românticos... Escapismo e conformismo? Sintomas de uma sociedade doente? Expressar-se é uma necessidade visceral? (temas para outros posts).
Além do mais, se fossemos analisar mais cuidadosamente as estatísticas desse estudo, de acordo com o WHO (Organização Mundial da Saúde), estima-se que 5 a 10% da população mundial historicamente sofrem de depressão, frente ao 1,2% encontrados pelos pesquisadores, poderíamos até concluir o contrário, corre-se menos risco de depressão quem usa a internet.
Para concluir, vou chover no molhado, não poderia faltar aqui uma contribuição da filosofia oriental, parcimônia e equilíbrio, são os grandes segredos para todas as situações da vida, vivemos para descobrir onde fica esse tal ponto de equilíbrio. O uso desmedido de qualquer coisa vai causar um prejuízo em outros setores da sua vida. Isso é óbvio, tão óbvio quanto as 24 horas que você tem para administrar seu dia, por isso não (se) desperdice.
A Ciência, como método coerente (isso que ela o é, e não a verdade cristalina), porém descontextualizado de uma realidade sócio-bio-psico-cultural(!), torna-se aos olhos do mais capiau e sábio matuto como coisa fútil e ingênua, apesar de toda boa-intenção (ou não) que esteja por trás dela.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
CNPq tem nova presidência

Carlos Alberto Aragão, novo presidente do CNPq (antigo Conselho Nacional de Pesquisa, mas atualmente conhecido como Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico)em entrevista para a Folha, retirei alguns pontos importantes de lá: 1. A importância da integração da Universidade com a empresa privada (uma fatídica heresia para os puritanos de plantão), sendo as áreas de energia e nanotecnologia as vedetes do momento. O que os puritanos alegam? A empresa privada (que não é caridosa, e muito menos boba) vai direcionar o rumo das pesquisas, usar do aparato público (equipamentos, estrutura) e cientistas-bolsistas-do-dinheiro-público em prol de sua causa e por tabela levar ao "avanço" da Ciência. Em detrimento a dita, Ciência "Pura-Acadêmica" imaculada de qualquer interesse econômico. Imagine Darwin olhando para aqueles Tentilhões, "Nossa isso pode me dar uma patente".
Adiante, ponto 2: Dá a entender que esse ano não haverá reajuste nas bolsas de estudos. E ponto 3: por fim fala sobre o sistema de avaliação dos pesquisadores, tão criticada mudialmente, pelo "jeitinho" que muitos pesquisadores arrumaram para burlar as regras e se sairem melhor avaliados. Em linhas gerais, como funciona, eu faço um trabalho e ponho seu nome, você faz o seu e pôe o meu, no fim do mês temos 2 trabalhos!! Coisa de Gênio! Assim ficamos bem a frente de quem não o faz e temos mais chance de recebermos financiamento! Dá-lhe Lei de Gerson! Mas pela fala de Aragão, esse panorama felizmente tende a mudar, e formas de avaliação mais justas serão implantadas.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Amor em Londres é tão raro quanto encontrar aliens, indica cálculo

0,00034%. Isso mesmo, 0,00034%. É a chance de você encontrar um verdadeiro amor na Inglaterra. O professor Peter Backus (Universidade de Warwick) estipulou seus critérios (supermodel, pHd em Filosofia, nobel da Paz e jogadora de rugbi, mentira, ele queria uma mulher radicada em Londres com 24-34 anos e formação universitária),
pensou melhor e percebeu que desse total se sentiria atraído fisicamente por apenas 5% desse contingente. Fez as contas novamente, utilizando a equação Drake* e... estimou que 0,017% da população britânica satisfazem sua lista. Agora se a contra parte dele for tão exigente quanto, a chance deles se bicarem cai para 0,00034%, ou seja, uma chance em 285 mil. Em miúdos, está mais fácil encontrar um E.T. dentro do seu armário com um dedo-lanterna do que um amor em Londres. >.<
*equação Drake = equação desenvolvida por Frank Drake para estimar a quantidade potencial de extraterrestres na nossa galáxia
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